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Tio estupra sobrinha grávida e é preso em Registro

Caso foi registrado como estupro e ameaça pelo plantão da Delegacia Seccional de Registro, no interior de São Paulo.

Um homem de 43 anos foi preso por suspeita de ter estuprado uma jovem grávida, de 18, em Registro, no interior de São Paulo. A Polícia Civil confirmou nesta sexta-feira (5) que o suspeito é ex-marido da tia da vítima e invadiu a residência da gestante pela janela do imóvel.

De acordo com a polícia, o crime ocorreu há uma semana, porém, a vítima foi ouvida na delegacia somente nesta quinta-feira (4). O caso aconteceu durante a madrugada, no bairro Vila Nova. Uma equipe da PM foi acionada para atender à ocorrência e conseguiu prender o suspeito.

Por meio de nota, a Polícia Militar confirmou que uma equipe foi acionada para o atendimento de uma ocorrência de estupro. Em que uma jovem de 18 anos, grávida, teria sido abusada sexualmente por um tio, no último dia 30.

Segundo a PM, no local, foi realizado o contato com a vítima, que informou aos policiais que, naquela madrugada. O ex-marido de sua tia invadiu sua residência pela janela e cometeu a violência sexual.

Conforme apurado, durante o crime, o agressor colocou as mãos na boca da vítima, pedindo para que a mesma ficasse quieta, dizendo que “não queria lhe machucar, para ficar quieta, porque sabia que ela estava grávida”.

Após saberem as características do suspeito e realizarem diligências, os policiais militares localizaram o homem na altura bairro Arapongal, dando-lhe voz de prisão e o conduzindo ao distrito policial, onde foi autuado em flagrante.

Nota da Prefeitura de Registro

Em nota, a Prefeitura de Registro informou que a vítima foi levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município, e em seguida ao Hospital São João, que a redirecionou para a um hospital especializado.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o caso foi registrado como estupro e ameaça pelo plantão da Delegacia Seccional de Registro. Após o registro, o crime foi encaminhado à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) do município, que investiga o caso.

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