Serviços voltam a funcionar em São Vicente
Eles terão de se adequar à fase emergencial


A partir desta segunda-feira (5), alguns serviços voltarão a funcionar em São Vicente. Segundo a Prefeitura, o decreto seguirá atendendo as medidas da fase emergencial, mas o prefeito Kayo Amado (PODEMOS) pede que a população colabore e não faça aglomerações.
Segundo ele, está prevista a volta das feiras livres. Mas desde que haja aferição de temperatura dos consumidores e feirantes, uso obrigatório de máscara, delimitação de entrada e saída da feira, controle do fluxo de pessoas, entre outras regras.
Outras atividades estritamente essenciais, como farmácia, posto de combustível, borracharia, clínica veterinária, transportadora, serviço de transporte individual, funerárias, hotéis e pensões para hospedagem corporativa poderão funcionar sem restrição de horário, mas cumprindo todos os protocolos de segurança.
Atividades consideradas essenciais voltam a funcionar das 6h às 20h com atendimento presencial, delivery e drive thru (supermercado, quitanda, peixaria, padaria, oficina mecânica, petshop, ótica, comércio de gás, água, hortifrutis, comércio atacadista, entre outro) também observando todos os cuidados para evitar aglomeração e contaminação.
Clínicas médicas, odontológicas, de fisioterapia e de atividade física individual atenderão somente com hora marcada em livro de controle, com limite de 30% de sua capacidade de funcionamento. Já as atividades não essenciais como bares, restaurantes, quiosques, somente atenderão em sistema de delivery e drive-thru sob agendamento. As praias continuarão interditadas e as escolas públicas e privadas seguem sem aulas presenciais.
A live do prefeito
O prefeito Kayo Amado disse, em transmissão ao vivo nas redes sociais realizada neste sábado (3), que precisa da colaboração da população. “Tem gente que ainda nega que o vírus está aí e está matando as pessoas. Por isso, eu peço: só saia de casa se for estritamente necessário. Quando for às compras, vá sozinho e, em hipótese alguma, aglomere. O uso de máscara, a higienização das mãos e o distanciamento social são as únicas armas que temos enquanto não estivermos todos vacinados”, alertou.
O prefeito também disse reconhecer os problemas enfrentados pelos comerciantes, mas afirma ter dialogado com a categoria, feirantes e sindicatos, e buscou novos caminhos para flexibilizar as regras a favor deles a partir da próxima semana.
Embora ciente do impacto que essas medidas representaram para o comércio, a prefeitura explicou que este remédio amargo foi necessário para reduzir a velocidade da transmissão do coronavírus na região, pois a ocupação de leitos para o tratamento de pacientes com Covid-19 já beira o colapso.
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