

No último domingo (25), a Polícia Militar de São Paulo prendeu cinco pessoas por crimes eleitorais durante as votações do segundo turno para a presidência do país. Essas prisões ocorreram predominantemente por conta do uso de celulares e fotografias de urnas eletrônicas, práticas proibidas pela legislação eleitoral. O corpo de segurança também registrou uma ocorrência de desacato e prestou apoio a um Oficial de Justiça em São Paulo.
Na capital paulista, mesários agiram rapidamente ao identificar um eleitor que estava tirando fotos de uma urna eletrônica na Rua Palmerina. O registro fotográfico foi destruído, e todos os envolvidos foram levados ao 31º Distrito Policial para a elaboração de um termo circunstanciado.
Em São Caetano do Sul, na região do Grande ABC, uma eleitora foi flagrada utilizando um celular dentro da cabine de votação, no bairro Santo Antônio. Enquanto isso, em Osasco, um indivíduo foi conduzido ao 3º Distrito Policial após registrar uma imagem da urna eletrônica na Avenida Cruzeiro do Sul.
A cidade de Marília também viu uma ocorrência de desacato, desta vez envolvendo um mesário na Escola Municipal Professor Antônio Ribeiro. A Polícia Militar não forneceu detalhes sobre outras ocorrências adicionais que aconteceram no dia das eleições, mas confirmou que houve mais dois casos em São Paulo e um em Guarantã.
Os eleitores de São Paulo foram às urnas a partir das 8h da manhã para decidir o futuro do país. O Estado, que é o maior colégio eleitoral do Brasil, conta com mais de 34,1 milhões de cidadãos aptos a votar, representando aproximadamente 21,4% do eleitorado nacional.



