Laudos descartam suicídio e homicídio de menina que caiu de prédio em Praia Grande
A equipe do 2º DP acredita que a queda foi acidental


Saíram os laudos periciais sobre o caso da menina Rafaella Lozzardo, de 6 anos, que caiu do 12º andar de um prédio de luxo em Praia Grande. Ela morreu no local e segundo os laudos, não houveram causas de suicídio ou homicídio.
A equipe do 2º Distrito Policial da cidade está investigando o caso e a principal hipótese é que a queda foi acidental. Além disso, há a investigação sobre abandono de incapaz. Conforme revelam os laudos, o corpo da menina não apresentava sinais de defesa, e que não há indícios de que tenha sido movido após a queda.
Também há o registro de que o imóvel do pai de Rafaella não apresentava evidências de arrombamento, “nem indícios de busca por objeto, documento ou dinheiro”. Além disso, no documento, ainda foi descrito que a vítima sofreu uma “precipitação na varanda”, ou seja, caiu pelo espaço “formado pela janela, próximo à pia da área gourmet”.
Não foram encontrados vestígios de “plataformas”, como bancos, que poderiam ter sido usados para alcançar o parapeito que, de acordo com o laudo, estava “úmido e possivelmente escorregadio” no momento da análise da polícia. Não foi possível concluir, no entanto, se estava dessa forma durante o ocorrido.
Sete pessoas já prestaram o depoimento no 2º DP de Praia Grande e entre eles, os pais da menina, a namorada do pai e o zelador do prédio. Imagens de monitoramento ainda são aguardadas e assim que obtidas, a denúncia de abandono de incapaz será formalizada pelo promotor do caso.
LEIA TAMBÉM
Menina de 6 anos morre após sofrer queda do 11º andar de prédio depois do pai deixá-la só


