Justiça condena fisioterapeuta acusado de estuprar paciente em UTI
O crime ocorreu em janeiro deste ano no Hospital São Luiz, no Jabaquara, Zona Sul


Nicanor dos Santos Modesto Junior, de 46 anos, vai cumprir pena de 12 anos e 5 meses de prisão em regime fechado por estupro de vulnerável contra uma publicitária, de 29 anos, ocorrido dentro de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em um hospital da Zona Sul de São Paulo.
O réu, que já estava detido, continuará preso. Segundo o Ministério Público, o crime contra a paciente ocorreu em janeiro de 2023 no Hospital São Luiz, no Jabaquara.
O julgamento de Nicanor ocorreu em junho deste ano no Fórum Criminal da Barra Funda, Zona Oeste da capital. E a sentença foi dada nesta quarta-feira (30). O fisioterapeuta deve pagar, ainda, uma indenização no valor de R$ 10 mil para a vítima a título de danos morais.
Entenda o caso
Segundo o Ministério Público (MP), o crime contra a paciente ocorreu em janeiro de 2023 no Hospital São Luiz, no Jabaquara. O profissional foi afastado pela unidade hospitalar, após a denúncia de violência sexual. Ele acabou sendo procurado e preso escondido no interior de Minas Gerais.
De acordo com a acusação da Promotoria, o homem tirou o avental da mulher, deixando-a nua, e enfiou os dedos em sua vagina. A paciente se recuperava de uma cirurgia na coluna. Ao ser interrogado pela Justiça, o fisioterapeuta negou as acusações.
Outras testemunhas também foram ouvidas, e provas técnicas, contribuíram para a decisão da prisão de Nicanor por estupro.
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