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Maus tratos e cativeiro de animais rendem multa de R$ 12 mil

Operações aconteceram em cidades do Litoral

A Polícia Militar Ambiental realizou operações e apreensões de animais que eram vítimas de maus tratos e mantidas em cativeiro. Ao todo as multas aos responsáveis foi de R$ 12 mil, sendo que em Peruíbe, uma pessoa foi multada em R$ 5 mil.

Na cidade, os policiais foram informados que pássaros eram mantidos em cativeiro em um imóvel localizado na Estrada do Una. Chegando na Unidade de Conservação, que é de proteção integral a operação conjunta com a Fundação Florestal, foram visualizadas várias gaiolas contendo pássaros em uma propriedade

Créditos: Polícia Ambiental.

A Polícia Ambiental fez a vistoria e questionou o responsável se tinha alguma documentação e ele alegou não possuir documentação que regulamentasse tal atividade e desconhecia das normas em vigor. No local foram encontrados 01 tiriba, 01 coleirinho papa capim, 01 coleirinho baiano e 02 canários da terra. Todos estavam em cativeiro com adequada disposição de água e alimento.

O homem foi autuado e recebeu a multa de R$ 5.000,00, além da apreensão das aves, que foram depositados no local da ocorrência, uma vez haver local adequado para destinação.

Itanhaém

Créditos: Polícia Ambiental

A Polícia Ambiental foi notificada que um cativeiro de animais silvestres, na Estrada Rio Branco. O cuidador foi abordado e chegou a apresentar as Notas Fiscais referente as aves, comprovando a regularidade de apenas 2 araras canindé e 1 papagaio verdadeiro. Mas na residência haviam também outros dois papagaios verdadeiro que não tinham qualquer tipo de documentação.

O homem foi autuado com sanção de multa de R$ 2.000,00, além de uma elaboração de um segundo auto, por ter em cativeiro com o mesmo valor de multa, permanecendo os espécimes depositados no local da ocorrência, uma vez não ser encontrado local para destinação.

 

São Vicente

Em São Vicente, a Polícia Militar Ambiental foi até o bairro do Quarentenário, Área Continental da cidade, atender a ocorrência de maus tratos a um lagarto teiú, que se encontrava preso em uma gaiola, mas sem os cuidados necessários.

Créditos: Polícia Ambiental

Os policiais receberam a denúncia de maus tratos e foram até o endereço. Logo que chegaram ao local, encontraram o animal numa gaiola, sem espaço para ele. Além disso não havia uma higiene realizada com frequência, pois haviam restos de comida e fezes por toda a gaiola.

O homem que recebeu os policiais informou que possui um sítio e encontrou o lagarto há três semanas com a pata ferida. Ele o levou até o local para cuidar do animal, não sabendo que isso se caracterizava como um crime ambiental.

O animal é silvestre, portanto, não pode ser criado em ambiente doméstico sem autorização. O rapaz foi multado em R$ 3 mil por maus-tratos e o animal foi apreendido. Ele foi encaminhado para atendimento veterinário, que constatou que ele estava bem e poderia ser feita a soltura.

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