Proteção ambiental requer recursos
Políticos lutam para garantir a preservação do meio ambiente

Essa é a Semana do Meio Ambiente, celebrado no dia 5 de junho. E um dos desafios em todas as cidades do Brasil e do mundo é saber como conciliar a preservação da fauna e flora e a limpeza dos rios e lagos com o desenvolvimento econômico necessário para a população poder viver com dignidade. A preocupação não é somente com o fator poluição, mas também com os desmatamentos e as ocupações irregulares em terras que precisam ser preservadas.
No Estado de São Paulo esta luta é ainda mais necessária, visto que ainda existem as vegetações originais da Mata Atlântica, uma das mais importantes e vitais florestas do mundo. Por isso, os políticos do Litoral Paulista vem buscando ações e recursos para conseguirem seguir na preservação ambiental.
Junto com o deputado estadual Caio França (PSB) e o deputado federal Rodrigo Agostinho (PSB), que também é presidente da Frente Parlamentar Ambientalista no Congresso e os secretários de Meio Ambiente da Baixada santista, a deputada federal Rosana Valle debateu em uma reunião por videoconferência sobre os desafios ambientais da Baixada Santista e falou sobre seu projeto que proíbe cavas subaquáticas de resíduos nos estuários da região e do Brasil e incentivou a união das ações em tornos dos problemas comuns.

Os secretários de Meio Ambiente participantes do encontro foram Márcio Paulo, de Santos; de Cubatão, Alan Clemente; de São Vicente, Silmara Casadei; de Guarujá, Sidnei Aranha, além dos ex-secretários da pasta de Santos, Marcos Libório, e de São Vicente, Gustavo Palmieri e Vitor Vitório.
Já o deputado federal Rodrigo Agostinho colocou-se à disposição dos secretários e sugeriu que façam projetos para as necessidades que virão na pós-pandemia. “O setor do Meio Ambiente tem sofrido perda de recursos com a pandemia e sua estrutura hoje está ainda mais deficiente para enfrentar os desafios da preservação. Vamos lutar, com a deputada Rosana, para fortalecer o setor, principalmente em uma região sensível como a Baixada”, disse Agostinho.



