Polícia Ambiental divulga dados de operações
São mostradas as ações feitas de janeiro até maio

A natureza deve ser sempre preservada para garantir a biodiversidade e a vida do planeta. Estamos da Semana do Meio Ambiente e diversas ONG, empresas, escolas, universidades e governos vem ressaltando medidas para que ele seja protegido e assim a fauna e a flora continuem existindo e sigam com sua vida normal. E quem busca garantir toda a proteção é a Polícia Ambiental.
Em São Paulo, a grande maioria das ações foi a busca por animais que estavam sendo capturados e viviam em cativeiro. De janeiro até maio desse ano, o saldo foi de 7.242 animais apreendidos ou resgatados. Desses, 6.088 animais fazem parte da fauna silvestre e estavam em cativeiros ilegais. Após a apreensão todos foram destinados para o processo de recuperação nos centros de tratamento das cidade para depois serem soltos no meio ambiente natural. Os animais domésticos e exóticos são destinados à guarda junto aos órgãos autorizados.
Um dos motivos do combate exercido pela Polícia Ambiental é por causa do tráfico, do comércio e do cativeiro ilegal de animais que é a terceira atividade que mais movimenta dinheiro ilícito no mundo. Mais um dado que surpreendeu os policiais é o número de apreensões de armadilhas.Ao todo foram 6.709 armadilhas apreensões feitas nas florestas, rios e mares. Entre alçapões, arapucas, lanças e até estilingues, está o “canhãozinho”, que é uma arma de fogo artesanal, colocada na mata em regiões de passagem da fauna e que dispara a uma curta distância, quando acionada pelo próprio animal, muitas vezes atraído por alimento deixado pelo caçador. Nas trilhas, eventualmente esse tipo de armadilha pode atingir seres humanos.





