
A pandemia do coronavírus vem causando uma série de prejuízos que vão além da saúde, onde muitas pessoas estão adoecendo e morrendo. O COVID-19 também vem prejudicando a economia, já que muitas empresas ou fecharam as portas e trabalham de home office ou demissões tiveram de ser feitas por causa dos riscos de dívidas.
A Petrobras também está passando por este momento delicado e depois de fechar alguns escritórios do Nordeste, o edifício administrativo de Santos, Litoral de São Paulo, também pode ter as suas atividades encerradas. Cerca de mil pessoas que trabalham diretamente ou indiretamente com a estatal podem ser demitidas.

A deputada federal Rosana Valle enviou um ofício ao presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco querendo saber mais detalhes sobre a situação do edifício administrativo do Valongo, o planejamento para esta unidade e se as demissões ocorrerem, quanto serão desligados entre funcionários diretos e terceirizados. “As notícias que recebemos dão conta que a Petrobras pode vir a desativar esse edifício administrativo, com perda de cerca de 1.000 postos de trabalho, afetando o comércio, prestadores de serviço e o projeto de revitalização do Bairro do Valongo”, diz a deputada.
A Petrobras enviou uma nota afirmando que sobre os funcionários que trabalham na Unidade da Bacia de Santos, em regime especial off shore, que a maioria já reside fora da Baixada e que não haverá demissões. Mas até o momento não deixou claro sobre o futuro dos trabalhadores do edifício administrativo do Valongo.



