
Retirar pratos de vasos, virar as garrafas com a boca para baixo, manter lajes e calhas limpas, tampar o lixo, eliminar quaisquer objetos que possam acumular água são as principais orientações para combater o mosquito Aedes aegypti, vetor da dengue e de outras arboviroses.
Em complemento a essas ações, o uso de repelentes é uma medida auxiliar para evitar as doenças.
A coordenadora da Assistência Farmacêutica da Unidade de Gestão de Promoção da Saúde, Ana Cláudia J. Rodrigues, explica que os repelentes funcionam como uma barreira que impede o mosquito de chegar ao hospedeiro, que é o ser humano.
“No caso das pessoas que já estão contaminadas, o produto auxilia para que o mosquito não infectado não se contamine com o sangue que está com o vírus da dengue e acabe levando a doença para outras pessoas posteriormente”
Além dos produtos industrializados que possuem registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e tiveram a eficácia comprovada para ação contra o Aedes aegypti, algumas plantas medicinais e aromáticas têm óleos essenciais comprovados com ação de repelência aos mosquitos e podem ser manipuladas em casa para a produção repelentes para o corpo e também de spray de ambiente.
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