
As doenças crônicas não transmissíveis continuam entre as principais causas de morte em Jundiaí, segundo dados do Serviço de Verificação de Óbitos (SVO), ligado ao Departamento de Vigilância em Saúde. Em 2025, os registros apontam predominância das doenças do aparelho circulatório, seguidas por neoplasias e doenças respiratórias.
De acordo com os números, as doenças circulatórias somaram 1.095 óbitos no período, enquanto os casos relacionados a câncer chegaram a 748 registros. As doenças respiratórias aparecem em seguida, com 346 mortes. Entre as causas específicas, foram contabilizados 332 óbitos por infarto e 126 por infarto cerebral.
Ao mesmo tempo, os dados mostram redução em algumas causas associadas ao acompanhamento contínuo e ao diagnóstico precoce. As mortes por câncer de cólon caíram de 79 para 55 casos. Também houve diminuição nos óbitos por doenças degenerativas, diabetes mellitus, câncer de mama e doença pulmonar obstrutiva crônica, na comparação com o ano anterior.
O crescimento da população idosa amplia a demanda por ações voltadas à prevenção e ao controle de doenças crônicas, especialmente na Atenção Primária à Saúde, que concentra o primeiro atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS). As Unidades Básicas de Saúde seguem como principal porta de entrada para orientação, diagnóstico inicial e encaminhamento dos pacientes.
Atualmente, o município conta com uma rede de 71 equipamentos públicos de saúde, incluindo UBSs, ambulatórios de especialidades, centros de atenção psicossocial, prontos atendimentos, UPAs e serviços de testagem. A estrutura é complementada por programas voltados à prevenção, como ações contra o tabagismo e campanhas de vacinação em áreas de difícil acesso.
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