Sorvete de chocolate ganha força na Páscoa com alta dos preços do cacau
Enquanto ovos e barras de chocolate disparam nas prateleiras, consumidores procuram alternativas

Com o chocolate mais caro nesta Páscoa, o consumidor brasileiro começa a olhar para novas formas de manter a tradição sem pesar tanto no bolso. Em meio à disparada dos preços dos ovos e das barras, os sorvetes da marca global AICE aparecem como uma alternativa acessível em uma das épocas mais importantes para o consumo de produtos à base de chocolate.
A Páscoa de 2026 chega marcada pelos efeitos da crise global do cacau, que pressionou os custos em toda a cadeia e elevou os preços no varejo. Pesquisas do Procon realizadas neste ano, mostram que os ovos de Páscoa podem custar até 266% mais do que barras de chocolate equivalentes, uma diferença que chama a atenção do consumidor e reforça a importância da pesquisa antes da compra.
Os levantamentos também indicam que o aumento médio dos chocolates ficou acima da inflação. Enquanto os preços dos produtos de Páscoa subiram, em média, 11,16%, o IPCA do período foi de 3,81%. Em relação a 2025, os dados também apontam alta superior a 30% nos tabletes de chocolate e de 13% nos ovos de Páscoa, refletindo a baixa oferta global de cacau e o encarecimento da matéria-prima no mercado internacional.
Além do custo do chocolate, especialistas e órgãos de defesa do consumidor observam que fatores como embalagem especial, apelo sazonal e brindes ajudam a elevar ainda mais os preços dos ovos. Em muitos casos, o consumidor paga mais não apenas pelo produto, mas também pela experiência visual e promocional que acompanha a embalagem.
As pesquisas do Procon mostram ainda que há forte variação de preços entre estabelecimentos e cidades, o que torna indispensável comparar valores antes da compra. A recomendação é observar o peso em gramas, e não apenas o tamanho do produto, além de conferir se o valor registrado no caixa corresponde ao preço informado na prateleira. Em caso de divergência, o consumidor tem direito de pagar o menor valor.
É nesse cenário que os sorvetes AICE do Brasil reforçam sua estratégia de acessibilidade. Mesmo com a alta do chocolate no mercado, a marca informa que vai manter os preços atuais de seus produtos, inclusive dos itens à base de chocolate, durante a Páscoa de 2026.
“A Páscoa é uma data importante para o consumo, mas este ano vem acompanhada de um cenário de preços mais altos. Nossa decisão foi manter os valores e garantir o acesso do consumidor, sem comprometer a qualidade dos produtos”, afirma Amilton Silva, diretor comercial da marca no Brasil.
No portfólio da marca, ganham destaque nesta época do ano os sorvetes com chocolate, como as linhas Crispy e Almond, que entram no radar de quem busca sabor, cremosidade e preço mais equilibrado em comparação com outros produtos típicos da temporada.
Ao colocar o sorvete como alternativa de consumo em um mercado pressionado pela crise do cacau, a AICE do Brasil se posiciona de forma estratégica em uma Páscoa em que o consumidor está mais atento ao custo-benefício. Em vez de acompanhar a escalada dos reajustes, a marca aposta na manutenção de preços como diferencial competitivo e como forma de preservar o acesso do público aos produtos à base de chocolate.
No fim, a Páscoa de 2026 revela um mercado em transformação. De um lado, o chocolate tradicional sobe e exige mais cautela na hora da compra. De outro, alternativas como os sorvetes AICE do Brasil ganham espaço ao combinar qualidade, sabor e estabilidade de preço em um momento de forte pressão sobre o bolso do consumidor.
Sobre a AICE do Brasil
Fundada em Cingapura, em 2015, a AICE está presente em 34 países espalhados pelo mundo. A marca produz 10 milhões de sorvetes por dia em quatro fábricas internacionais. No Brasil desde 2024, chegou com a proposta de unir tecnologia, qualidade e acessibilidade, com produtos desenvolvidos para manter desempenho mesmo em altas temperaturas. No Carnaval de 2025, participou de ações em Salvador e São Paulo, reforçando sua presença em grandes celebrações populares. A marca também é patrocinadora oficial da Copa do Mundo de 2026 e dos Jogos Olímpicos.
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