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Polícia ouve mulher suspeita de jogar bebê em canal, que diz que sofreu aborto espontâneo

Caso aconteceu no bairro Princesa, em Praia Grande e bebê tinha cordão umbilical

Continuam as investigações do caso do bebê encontrado abandoado dentro de uma sacola plástica em um canal do bairro Princesa, em Praia Grande. A mulher suspeita do crime negou ter jogado o bebê no local, mas alegou ter sofrido aborto espontâneo.

De acordo com a delegacia do 3º Distrito Policial da cidade, a suspeita foi ouvida, com exames para perícia. Informações adicionais estão sendo recebidas e a equipe chegou até a suspeita após as investigações. Na época, a mulher revelou aos policiais que esteve grávida, mas sofreu um aborto espontâneo. Contudo, segundo a Polícia Civil, ela afirmou que não tem nenhuma relação com a mulher que deixou o feto no local.

Ainda segundo a corporação, resultados dos exames realizados, inclusive, o de DNA serão aguardados para a conclusão do caso. Além disso, a Polícia Civil informa que o Instituto Médico Legal (IML) estipulou que trata-se de um feto de aproximadamente 7 meses, mas que isso não descarta a hipótese de ser um recém-nascido prematuro. Segundo ele, só com os laudos que será possível afirmar essas informações.

O laudo também pode indicar que houve um aborto provocado, que resulta em crime de aborto, ou que o bebê nasceu e teria sido morto em seguida pela própria mãe, o que seria um crime de infanticídio.

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