
O Governo do Estado de São Paulo fez mais um anúncio do Plano São Paulo, que é a flexibilização da economia e a retomada de alguns serviços, de forma restritiva contra o coronavírus. Nove regiões conseguiram avançar de fase e nenhuma regrediu. Destaques para a Baixada Santista e as Sub-regiões Leste e Oeste da Grande São Paulo que saíram da fase laranja para a amarela e o Vale do Ribeira que estava na fase vermelha e conseguiu subir para a amarela.
Esta etapa da flexibilização permite que mais setores econômicos possam funcionar, desde que sejam obedecidas as normas de horário e de capacidade. Salões de beleza, barbearia, bares e restaurantes podem ter ocupação de 40% das pessoas. Já o comércio pode funcionar no período de 6 horas. A Capital Paulista continua na fase amarela, mas nos próximos dias pretende realizar a reabertura de boa parte dos parques, mas somente para atividades físicas e caminhadas, de forma isolada. Os brinquedos e playgrounds, além de equipamentos de exercícios ainda seguem fechados.
Presidente Prudente, Bauru, Sorocaba, Marília e Piracicaba avançaram do vermelho para o laranja. Nesta fase, é permitido abrir o comércio por 4 horas diárias ou por até 6 horas desde que os comerciantes fechem 3 dias por semana.
Mantiveram-se na fase vermelha, que é a mais restrita, em que apenas atividades essenciais estão liberadas – as regiões de Araçatuba, Franca, Ribeirão Preto e Campinas, onde a taxa de ocupação de leitos de Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) continua acima de 80%.
Regiões na fase vermelha:
- Araçatuba
- Campinas
- Franca
- Ribeirão Preto
Regiões na fase laranja:
- Araraquara
- Barretos
- Bauru
- Marília
- Piracicaba
- Presidente Prudente
- São João da Boa Vista
- São José do Rio Preto
- Sorocaba
- Taubaté
Regiões na fase amarela:
- Baixada Santista
- Município de São Paulo
- Sub-região Leste da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP)
- Sub-região Norte da RMSP
- Sub-região Sudeste da RMSP
- Sub-região Oeste da RMSP
- Sub-região Sudoeste da RMSP
- Registro
Plano São Paulo
Para começar a reabertura do estado em 1º de junho o governo dividiu o território de acordo com as 17 Divisões Regionais de Saúde (DRS). A Grande São Paulo foi subdividida em outras 6 regiões, uma para a capital e outras 5 para cada grupo de cidades da região metropolitana. A flexibilização da quarentena é feita de modo diferente em cada uma dessas regiões.
Os cinco critérios que baseiam a classificação das regiões são:
- ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTIs);
- total de leitos por 100 mil habitantes;
- variação de novas internações, em comparação com a semana anterior;
- variação de novos casos confirmados, em comparação com a semana anterior;
- variação de novos óbitos confirmados, em comparação com a semana anterior.

O critério que tem maior peso na classificação de cada região é a variação de novas internações (peso 4), seguido pela taxa de ocupação de UTIs (peso 3). Especialistas criticaram o plano quando ele foi lançado, pois discordam do peso diferente e das notas de corte de cada critério.
Esses critérios definem em qual das cinco fases de permissão de reabertura a região se encontra:
- Fase 1 – Vermelha: Alerta máximo
- Fase 2 – Laranja: Controle
- Fase 3 – Amarela: Flexibilização
- Fase 4 – Verde: Abertura parcial
- Fase 5 – Azul: Normal controlado




