
Uma moradora de Cabreúva pediu na Justiça o direito de poder fazer aborto do feto, alegando que não há chance de sobrevivência ao nascer. No entanto, o pedido foi negado e ela terá de cumprir a gestação até a hora do parto.
Segundo informações da Folha de S. Paulo, a Justiça do município determinou a continuidade da gravidez. O motivo seria “o sofrimento psicológico da mãe não pode se sobrepor ao direito à vida do feto.
Ainda de acordo com o periódico, por meio da jornalista Mônica Bergamo, foi apurado que a prova pericial chegou a aconselhar a Justiça de Cabreúva para conceder a interrupção da gravidez, sob a justificativa de minimizar os riscos e possíveis distúrbios de saúde mental para a mãe e familiares. Além disso, o próprio Ministério Público chegou a ser favorável ao aborto. Mas o pedido foi negado.
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