Beneficiários com NIS final 7 recebem Bolsa Família nesta sexta-feira
Beneficiários do Bolsa Família com NIS final 7 podem sacar a parcela de setembro com valor médio de R$ 678,18 nesta sexta-feira

A Caixa Econômica Federal inicia nesta sexta-feira (25) o pagamento da parcela de setembro do Bolsa Família, destinada aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) final 7. Esse mês, 19,29 milhões de famílias receberão, em média, R$ 678,18.
No dia 17 de setembro, o pagamento unificado alcançou moradores de 179 municípios em sete estados, independentemente do final do NIS. As localidades beneficiadas estão em situação de emergência ou calamidade pública e incluem todos os 22 municípios do Acre, três do Amazonas, 31 da Paraíba, 113 do Rio Grande do Norte, seis de Roraima, um de São Paulo e três de Sergipe.
Os valores do Bolsa Família variam, com um mínimo definido em R$ 600. Além disso, existem três adicionais: o Benefício Variável Familiar Nutriz, que concede R$ 50 por mês durante seis meses a mães de bebês de até seis meses, um acréscimo de R$ 50 para famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos, e outro de R$ 150 para famílias com crianças de até 6 anos. Esses valores passarão por reajuste em outubro.
O pagamento usualmente ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. Beneficiários podem consultar datas e valores no aplicativo Caixa Tem, que também permite acompanhar contas poupança digitais do banco.
Uma nova regra de proteção, em vigor desde junho de 2023, possibilita que famílias que consigam emprego e aumentem a renda recebam 50% do benefício por até dois anos, desde que cada membro receba até meio salário mínimo. Desde junho de 2022, o período de permanência nessa regra foi reduzido de dois para um ano, mas aqueles que ingressaram até maio de 2025 mantêm o benefício por dois anos.
Desde 2024, não há mais desconto do Seguro Defeso para beneficiários do Bolsa Família. Essa mudança foi implementada pela Lei 14.601/2023, que reestruturou o Programa Bolsa Família. O Seguro Defeso é destinado a pessoas que vivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem trabalhar durante a piracema.



