
Num momento crítico para a maior parte das cidades brasileiras, na saúde pelo Covid-19 que afeta a economia com falta de recursos, Jundiaí no interior de São Paulo, tem nota elevado de longo prazo, em escala nacional, pela Agência de Risco Austin Rating. Partiu de brAA- para brAA (duplo A). Significa Forte capacidade para honrar compromissos fiscais e financeiros. É um degrau acima que mostra ao mercado a capacidade de gestão do município diante da variação inesperada do cenário econômico.
A análise abordou questões econômicas e sociais e o ambiente político de Jundiaí que condiciona o desempenho positivo do município a médio e longo prazos. O trabalho qualitativo avalia Educação, Saúde entre outros itens. Os indicadores econômicos e fiscais mostram resultados orçamentários primários com lastro nos parâmetros da Lei de Responsabilidade Fiscal e a gestão dos passivos.
O relatório analisou dados do município de 2019 e parte de 2020. O resultado mostra uma gestão apurada e antenada com a entrada de verbas e o gasto consciente de acordo com as regras legais. O município honra os compromissos fiscais e financeiros diante uma crise econômica mundial. Ainda tem baixo nível de endividamento e excelente recuperação da geração de recorrentes superávits orçamentários e primário.
Na economia do estado, Jundiaí ocupada a sétima posição no ranking. E o décima sétima colocação no ranking nacional.
José Antônio Parimoschi, Gestor de Governo de Finanças comemora o resultado da empresa de reconhecimento mundial e sabe que a avaliação positiva colabora que novos benefícios sejam contabilizados para a cidade.
A transparência é um dos principais pilares da nossa administração e a boa gestão, reconhecida pela Austin Rating, atrai investimentos para Jundiaí. Isso significa mais empresas, empregos e renda para o município, especialmente neste momento difícil que o Brasil atravessa com essa pandemia.
Obter o grau de investimento é importante porque a maioria dos fundos estrangeiros que concentram recursos para investimentos têm em seus estatutos uma cláusula que proíbe a aplicação em países que não têm o selo de bom pagador.
Para a avaliação, a agência analisa oito grandes pilares com cerca de 60 indicadores. Entre os itens observados estão as relações governamentais, as contas públicas, a capacidade de arrecadação e o índice de participação do Município na cota do ICMS, além de outros aspectos socioeconômicos.




