Saúde

São Paulo soma 700 mil pessoas infectadas pelo COVID-19

Mas o Governo do Estado diz que tem ocorrido queda no número de infectados

O Estado de São Paulo já soma ao todo 702.665 casos confirmados de coronavírus. Os dados foram apresentados nessa segunda-feira (17) e ainda tem a marca de 26.0899 mortos. Os números foram apresentados pelo Governo do Estado de São Paulo, que ainda fez a projeção de que até o final deste mês, os óbitos devem entre 30 mil a 36 mil.

Apesar dos números preocupantes e do alerta seguir sendo o mesmo, a covid-19 parece viver situação de queda. Pelo menos é o que o Secretário de Estado da Saúde, Jean Gorinchteyn, anunciou durante a coletiva. Segundo ele, o estado de São Paulo registrou queda de 1% no número de óbitos por coronavírus entre os dias 9 e 15 de agosto em comparação com a semana anterior, de 2 a 8 de agosto.

A queda de óbitos ocorreu mesmo com a modificação da diretriz do Ministério da Saúde para confirmação de casos e óbitos, que passou a incluir o método de análise clínica e diagnóstico por exames de imagem, mesmo sem análise laboratorial. Essa alteração resultou no acréscimo de 221 mortes que aconteceram no decorrer da pandemia e foram inseridas em boletim da última semana.

“Sem essa inserção, teríamos o menor índice de número de óbitos no estado em relação às semanas anteriores, com níveis muito semelhantes à 24ª semana epidemiológica, mostrando dessa forma um controle da pandemia no estado”, disse o Secretário. Ainda de acordo com o titular da pasta, foram registrados 16 óbitos a menos. Na semana passada houve 1.764 mortes e, na semana anterior, 1.780 óbitos.

A Região Metropolitana de São Paulo, sem a capital, teve uma queda de 4% no número de óbitos. A redução ocorre também no interior e na Baixada Santista, com queda de 5%. Todos os municípios mantém uma taxa de ocupação de leitos de UTI menor do que 80%. A taxa de ocupação de leitos de UTI é de 57,4% no estado e de 55,5% na Grande São Paulo.

Mais de 502 mil pacientes se recuperaram da covid-19. “Isso foi fruto do investimento do estado de São Paulo em ampliar número de leitos e distribuir respiradores. E nós não poderíamos diminuir o trabalho incessantes dos profissionais de saúde, que não mediram esforços para que a assistência aos pacientes pudesse ser garantida em todas as situações, principalmente para o controle real da pandemia no estado”, completou Gorinchteyn.

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