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    Oitavo suspeito de assalto a bancos de Araçatuba é preso

    Ataques ocorridos em 30 de março deixaram três mortos

  • Nesta terça-feira (14) a Polícia Federal prendeu o oitavo acusado de envolvimento ao ataque e assalto a bancos de Araçatuba. Além do roubo, moradores foram feitos reféns e durante a troca de tiros, três pessoas morreram.

    De acordo com a PF, o homem foi localizado durante o cumprimento do mandado de prisão temporária em São Paulo. Após ser interrogado, ele encaminhado ao presídio, onde permaneceu à disposição da Justiça Federal.

    Segundo a PF, a 1ª Vara Federal de Araçatuba também expediu 20 mandados de busca e apreensão. Com o apoio da Polícia Militar, foram cumpridos dois em Araçatuba, um Guarulhos, seis em São Paulo, oito em Campinas e três Piracicaba, com o apoio da Polícia Militar.

    Segundo a Polícia Federal, as equipes trabalham na identificação e prisão dos integrantes da organização criminosa. Atualmente, oito pessoas envolvidas no roubo foram presas, além de outras duas que foram identificadas, mas morreram após o crime.

    Resumo do crime:

    • Grupo de 30 criminosos atacou três agências bancárias. Em duas delas, os bandidos conseguiram levar dinheiro; a terceira teve apenas os vidros atingidos por tiros; o valor não foi informado;
    • Veículos foram incendiados para fechar vias e atrapalhar a chegada da polícia;
    • Criminosos fizeram moradores e motoristas reféns, sendo que algumas das vítimas foram feitas de “escudo humano”; grupo também usou drone para monitorar a chegada da polícia;
    • Três pessoas morreram na cidade, entre elas, um criminoso; outras cinco ficaram feridas, incluindo o jovem que teve os pés amputados;
    • Dois suspeitos de participar do crime morreram em outras cidades, sendo um em Sumaré e outro em Piracicaba;
    • Oito suspeitos foram presos;
    • Ruas do Centro de Araçatuba foram isoladas, pois explosivos foram espalhados pela cidade; Gate apreendeu 98 bombas; trabalho para detonar e desativar levou mais de 30 horas;
    • Explosivos deixados por criminosos tinham sensores para ativar explosões; outros eram acionados a distância (mensagem ou ligação).

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