• Saúde

    Marcelo Queiroga contrai a Covid-19 e toda comitiva terá de cumprir quarentena

    Ele estava junto com a comitiva do presidente Bolsonaro durante a Assembleia Geral da ONU

  • O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga foi diagnosticado com a Covid-19. A informação foi confirmada pelo Ministério da Saúde confirmou a informação. Por isso, ele terá de ficar em quarentena por 14 dias. Mas a orientação é que toda a comitiva do governo federal também sigam a quarentena em Nova York, nos Estados Unidos.

    Tudo porque além de Queiroga, um enviado responsável para preparar a viagem à Nova York para a 76ª Assembleia Geral da ONU. A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República informou, em nota, que os demais integrantes da comitiva brasileira foram submetidos a testes e todos resultaram negativo. De acordo com a nota, Queiroga passa bem.

    O ministro já tinha sido imunizado com duas doses de vacina contra o coronavírus. Em uma rede social, ele escreveu: “Comunico a todos que hoje testei positivo para #Covid19. Ficarei em quarentena nos #EUA, seguindo todos os protocolos de segurança sanitária”.

    Até o retorno do ministro ao Brasil, o secretário-executivo da pasta, Rodrigo Cruz, responderá pelo Ministério da Saúde como ministro-substituto. Nesta segunda-feira (20), Queiroga circulou por Nova York com outros membros da comitiva. Em um vídeo postado nas redes sociais, o ministro aparece respondendo com um gesto obsceno a um protesto de brasileiros na cidade. Antes disso, no domingo (19), ele e toda a comitiva estiveram na rua comendo pizza.

    Anvisa recomenda quarentena

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que, ainda na madrugada, recomendou ao governo que autoridades que tiveram contato em Nova York com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fiquem em isolamento por 14 dias.

    Entre as autoridades que tiveram contato próximo com Queiroga nos últimos dias estão o presidente Jair Bolsonaro, os ministros Luiz Eduardo Ramos (Secretaria-Geral da Presidência), Anderson Torres (Justiça) e Gilson Machado (Turismo).

    Uma das ocasiões em que eles estiveram juntos – e sem máscara – foi durante a pizza na calçada, uma das cenas emblemáticas dessa passagem de Bolsonaro pelos EUA. Bolsonaro, único líder do G20 que não se vacinou, não podia comer dentro de estabelecimentos na cidade, porque a lei local exige imunização para isso.

    De acordo com os diplomatas brasileiros nos Estados Unidos, a viagem da comitiva brasileira à Nova York deve ser esquecida. Tudo porque foi considerada um mau exemplo par o mundo. Já não bastassem as críticas feitas por outros países, agora as demais delegações estão em alerta, checando quem teve contato com o ministro da Saúde brasileiro.

    Os diplomatas brasileiros na ONU também não poderão participar da reuniões que teriam nos demais dias da Assembleia-Geral, porque tiveram contato com a comitiva do presidente.

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