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    Rebeca Andrade faz história e leva a prata para o Brasil na ginástica

    Ela se tornou a primeira medalhista olímpica na modalidade feminina

  • Ao som de Baile de Favela, o Brasil fez história ao conquistar a primeira medalha olímpica na ginástica feminina. Rebeca Andrade fez uma apresentação espetacular e conquistou a medalha de prata no individual geral nas Olimpíadas de Tóquio, no Japão.

    A ginasta brasileira obteve 57,298 pontos e por muito pouco não faturou o ouro. Rebeca só ficou atrás da americana Sunisa Lee, que somou 57,433 pontos e manteve o domínio dos Estados Unidos na prova. O bronze foi para a russa Angelina Melnikova, com 57,199 pontos.

    E esta foi só a primeira final de Rebeca Andrade. Ela ainda vai disputar mais duas finais na ginástica. No domingo (1º de agosto) vai disputar a decisão do salto e na segunda (2 de agosto) vai competir no solo e com chances de faturar mais medalhas.

    As provas

    Foram quatro provas que Rebeca Andrade encarou. No salto, seu aparelho mais forte. Ele executou um Cheng muito cravado, um salto de dificuldade muito alta. Só teve um desvio de trajetória e pisou um pouco fora da área. Ainda assim tirou uma nota espetacular para abrir na liderança: 15,300 pontos. A americana Jade Carey, outra especialista do salto, também faz um Cheng muito bom e tirou 15,200 para ficar na cola de Rebeca. A russa Angelina Melnikova conseguiu 14,633 pontos e a americana Sunisa Lee 14,600 para continuar na briga.

    Na barra, a brasileira cravou sua série, inclusive acertando ligações de movimentos que não tinha feito na classificatória. Assim, a brasileira conseguiu aumentar a nota de dificuldade em três décimos e conseguiu 14,666 pontos. Rebeca manteve a liderança, mas viu Sunisa Lee se aproximar bastante. Especialista nas barras, a americana conseguiu 15,300 pontos. Angelina Melnikova também cravou as barras, um ponto forte da russa, tirou 14,900 e ficou na terceira posição.

    Créditos: Divulgação/CBG.

    O equilíbrio na trave era a prova capital para as pretensões de Rebeca Andrade. Ela foi a última a apresentar após tropeços de Jade Carey e Sunisa Lee, mas após boas apresentações das russas Urazova e Melnikova cravaram e esquentaram a briga. Muito firme, ela passou pelo aparelho que é seu ponto menos forte com 13,666 pontos – a arbitragem havia dado um décimo a menos de dificuldade, mas o recurso da equipe brasileira subiu a nota de Rebeca. Ela caiu para a segunda posição, apenas um décimo atrás de Sunisa Lee.

    E no solo, mais uma vez o som usado foi o funk de Baile de Favela. Ela foi com tanta força na primeira acrobacia que acabou dando um passo grande para fora do tablado na primeira acrobacia. Ela se recuperou e cravou as passadas seguintes, mas deu um passo para fora na última acrobacia. Foi o que lhe tirou o ouro, mas lhe rendeu 13,666 pontos para conquistar a inédita prata.

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